sábado, 28 de novembro de 2015

Dois Mundos


Se o homem é a montanha
A mulher, o sol que se revela por detrás
É como se fosse o vidro
Que somente a areia faz
E quando soprada pelo vento,
Vai ao longe encontrar as tendas
E das tendas, a mulher é o oásis
E os homens, as pedras que fazem 

a água se sentir viva
Que o beduíno sedento bebe sem pensar
Para aplacar sua dor e seu suor
E se o homem é a voz que clama 
da garganta do viajante,
A mulher e é a mesma voz que embala 

seu sono na noite
E se a mulher é a noite, os homens são 
as estrelas que a contemplam
E se o árabe do deserto conta as estrelas, 
é porque na noite ele se sente feliz.

[Só pra não esquecer... Oito tá.]

Um comentário:

Unknown disse...

Minha felicidade depende das estrelas,
próximo a você elas brilham.
Distante dos meus olhos,
junto a mim adormece toda constelação.
No céu o que tinha de estrelas,
a tempestade ofuscou.
E sem o brilho das estrelas,
como encontrarei você .....estamos muito feliz e cada minuto renovando nossa felicidade por tua presença em nossa mente e coração.