sábado, 6 de abril de 2013

Solidão...


São duas da manhã, por onde começo?

Lágrimas escorrendo do meu rosto novamente 
O som silencioso da solidão 
Quer me seguir até a minha cama 

Eu sou o fantasma de uma garota 

Que eu mais queria ser 
Eu sou a concha de uma garota 
Que eu costumava conhecer tão bem 

Dançando lentamente em um quarto vazio 

Será que a solidão pode tomar o seu lugar? 
Eu canto uma tranquila canção de ninar
Para mim mesma 

Esqueço você e deixo a solidão entrar 
Para consumir meu coração de novo 

Com medo demais de entrar 

Para a dor de mais uma noite sem amor 
Pois a solidão vai ficar comigo 
E me abraçar até eu adormecer 

Pedaços quebrados de
Uma história que mal respira
Onde um dia houve amor
Agora só existe eu
E a solidão...

Nenhum comentário: